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quinta-feira, 6 de junho de 2019

Prática: AS PARTES DE UM OVO

INTRODUÇÃO

Quando se abre um ovo de galinha, o que se observa, além do ovo propriamente dito, é uma casca de carbonato de cálcio, as membranas da casca, a bolha de ar e a clara (ou albúmen). A casca confere proteção mecânica, enquanto o albúmen também é utilizado na nutrição do embrião assim como o vitelo.
A maioria dos mamíferos (os ditos placentários) desenvolvem um órgão de trocas materno-fetal, a placenta. Separados por delgadas membranas, sem que haja mistura, circulam o sangue materno e o sangue do embrião.

OBJETIVO

Identificar as partes principais de um ovo de ave; discutir as diferenças de tamanhos em os ovos e os embriões que se formam.

MATERIAIS

  • Ovos de galinha frescos e crus
  • Ovos de codorna frescos e crus (opcional)
  •  Fita métrica
  • Pratos descartáveis

PROCEDIMENTO

1. Juntamente com o seu grupo, manuseie com cuidado o ovo de galinha e observe a cor e a textura da casca.
2. Com o auxilio da fita métrica, meça o comprimento e diâmetro do ovo e, em seguida, registre as observações em seu caderno. (caso tenha disponibilidade de observar ovos de codorna, observe o padrão de cloração e o tamanho em relação ao ovo de galinha.)
3. Após  a observação da parte externa, quebre cuidadosamente o ovo de galinha de um prato descartável ( é importante que a gema não se rompa).
4. Observe e identifique as partes internas do ovo: Casca ,Clara, Gema, Disco Germinativo.
5.  Desenhe o ovo e as partes observadas em seu caderno.

QUESTIONÁRIO

1.Após a observação das partes do ovo, indique a função da casca e da gema.
2.Todo ovo posto pela ave desenvolve-se em um embrião?
3. Que condições são necessárias para que o embrião da ave se desenvolva?
4. Comparativamente, os óvulos dos mamíferos são muito pequenos, aproximadamente do tamanho de uma marca de ponta de caneta em um papel, e o óvulo de galinha pode  atingir mais de  3 centímetros de diâmetro. Qual a razão dessa diferença de tamanho, considerando-se a reprodução de mamíferos e aves?

Prática: A ATUAÇÃO DA BILE

INTRODUÇÃO

            A digestão de lipídeos sob a ação de enzimas digestórias não é tão simples. Essa dificuldade se deve ao fato de os lipídeos não se misturarem com água, como você pode evidenciar ao fazer o experimento proposto a seguir. A adição do detergente fragmenta a amostra de óleo em minúsculas gotas (não visíveis a olho nu), que se dispersam na água. Esse acontecimento é chamado de emulsificação do óleo em água.
            A bile é um líquido que atua como se fosse um detergente natural, que fragmenta os lipídeos que ingerimos em minúsculas gotas, que se emulsificam (dispersam) na água, o que facilita a ação das enzimas que digerem lipídeos. A bile é produzida pelo fígado e fica armazenada na vesícula biliar até o momento do uso, quando é lançada pela vesícula no duodeno.
            A função do fígado na digestão é produzir a bile, que não contém enzimas digestórias.

OBJETIVO

           
Ajudá-lo a entender como atua a bile.

MATERIAIS


·         2 copos
·         detergente líquido
·         óleo de cozinha
·         2 colheres de sopa
·         água 

PROCEDIMENTOS


1. Coloque água até a metade de cada copo. Adicione uma colherada de óleo em cada um.
2. Adicione uma colherada de detergente em apenas um dos copos. Mexa bem o conteúdo de ambos os copos e observe.
3. Proponha uma explicação para o que você observou.

QUESTIONÁRIO


1. Qual a função da Bile?
2. O que aconteceu com o copo que continha detergente?
3. O que aconteceu com o copo que não continha detergente?

Prática: AÇÃO DA CATALASE

A  catalase é uma enzima produzida pelos animais e vegetais, portanto de ocorrência geral, que degrada o Peróxido de Hidrogênio (H2O2 – água oxigenada) em H2O e oxigênio livre. A ação dessa enzima é extremamente rápida. Uma molécula de catalase é capaz de degradar até 42 000 moléculas de peróxido de hidrogênio por segundo, dependendo da concentração do peróxido. A catalase é largamente distribuída na natureza, estando presente em tecidos animais, vegetais e em bactérias. A concentração é alta no fígado de mamíferos, podendo ser detectada em humanos na sexta semana de desenvolvimento embrionário normal. No fígado, a catalase está confinada aos  peroxissoma e, secundariamente, nas mitocôndrias. A catalase é produzida no retículo endoplasmático rugoso e acumulada dentro da célula em organelas denominadas de peroxissoma.  O peróxido de hidrogênio acumula-se na célula como subproduto de várias reações químicas e é degradado pela catalase.

OBJETIVO

Identificar a atividade da catalise enzima.


MATERIAIS
  •  4 Tubos de ensaios
  •  Estantes para tubos de ensaios
  •  Água oxigenada
  • Batata crua
  • Batata cozida
  • Folha de alface
  • Pedacinhos de carne crua

PROCEDIMENTO

1. Coloque os tubos de ensaio na estante e dentro de cada um, coloque uma amostra em pedaços bem pequenos dos materiais anteriormente relacionados.
2. Adicione água oxigenada em cada um deles.
3. Faça os alunos anotarem os resultados obtidos na tabela abaixo:


MATERIAL
REAÇÃO COM  GÁS
REAÇÃO SEM GÁS
BATATA  CRUA
BATATA COZIDA
FOLHA DE ALFACE
CARNE CRUA

QUESTÕES PARA DISCUSSÃO


1. Como você interpreta o resultado obtido com a batata cozida?
2. Em qual dos tubos a velocidade da reação é maior? Justifique este fato.
3.  A catalase é uma enzima que decompõe a água oxigenada, como demonstrada na reação:

2H2O2 + catalase → 2H2O + O2

Sabe-se que essa enzima está presente em todos os nossos tecidos, bem como em outros seres vivos. Sobre esse assunto, foram feitas três afirmações:

I. a água oxigenada é produzida em pequenas quantidades em todas as nossas células;
II. a catalase é encontrada em vesículas denominadas peroxissomos;
III. a ação da catalase sobre a água oxigenada pode inibir a proliferação de bactérias anaeróbicas.
Está correto o contido em:

a) I, apenas.  b) III, apenas.  c) I e II, apenas.  d) II e III, apenas.  e) I, II e III.

Prática: DESCALCIFICAÇÃO DOS OSSOS

OBJETIVO 

O objetivo dessa aula prática é mostrar para os alunos que algumas substâncias podem descalcificar os ossos. 

MATERIAIS

  •  2 ossos de frango longos (os ossos presentes na coxa, por exemplo) 
  • 2 copos de vidro 
  • Água 
  • Vinagre 
  •  2 pedaços de filme PVC 
  • 2 etiquetas 

PROCEDIMENTOS

1º - Teste a resistência dos dois ossos, forçando-os pelas extremidades. 
2º - Em um dos copos de vidro, coloque vinagre e cole uma etiqueta para identificálo. 
3º - Em seguida, coloque um dos ossos no copo contendo água. Esses ossos devem ficar completamente submersos. 
4º - Cubra cada um dos copos com filme PVC e deixo-os em repouso por 5 a 7 dias 
5º - Após esse período de repouso, este novamente a resistência dos ossos, como foi no item 1 

QUESTÕES PARA DISCUSSÃO

1. Que diferenças você percebeu em relação à resistência dos ossos ao realizar os itens 1 e 5? 
2. O osso é formado por várias substâncias. Em sua opinião, qual delas foi mais afetada pelo ácido contido no vinagre?

Prática:TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICOS PARASITOLÓGICOS - EXAME MACROSCÓPICO DE FEZES

INTRODUÇÃO 

No brasil, podemos observar um grande número de pessoas infectadas com parasitos, e é de extrema importância os alunos saberem identificar estes sintomas, que é bem notável dependendo da doença macroscopicamente nas fezes. Podendo ser estes protozoários: helmintos e nematelmintos. Os parasitos afetam a população em grande escala, pois agravantes como falta de saneamento básico e condições precárias de higienização adequada dos alimentos são as principais causas de parasitoses no Brasil. 

OBJETIVO 

Permitir que os alunos observem as fezes e identifique; consistência, presença de sangue ou muco, se há presença de algo diferente. Para assim conhecer como as fezes se encontram com a presença de parasitos. 

MATERIAIS

  • Fezes animais; 
  • Palito de picolé; 
  • Luvas; 
  • Placa de petri. 

PROCEDIMENTOS

Primeiro é necessário colocar as fezes na placa de petri para as observações, é importante que o professor manuseei o palito que entrara em contato com as fezes. Observar a consistência da amostra. Fezes moles ou liquidas sugerem possível presença de trofozoitos de protozoários intestinais. Cistos de protozoários são encontrados em fezes formadas. Ovos e larvas de helmintos podem ser encontradas tanto em fezes liquidas ou fezes formadas. 
1. Examinar a superfície da amostra para observar a presença de tênias.
2. Examinar a mostra fecal com o auxílio de palito (sorvete) para verificar a presença de outros helmintos adultos. 
3. Examinar as fezes quanto a presença de sangue ou muco. 
a) Sangue fresco (vermelho vivo), indica hemorroida aguda no trato intestinal. 
b) Sangue sanguinolento sugere ulcerações e uma porção deste material deve ser examinada ao microscópico, para procura de trofozoitos.

QUESTÕES PARA DISCUSSÃO 

1. Você encontrou alguma coisa diferente nas fezes? 
2. Existia muco ou sangue? 
3. As fezes eram liquidas ou consistentes? 
4. Foi encontrado alguma tênia? 
5. Você já percebeu algum dessas características em suas fezes?

segunda-feira, 3 de junho de 2019

Prática: TESTANDO PRODUTOS DE LIMPEZA

Material

  • 5 copinhos de café numerados;
  • 1 saco plástico ou filme plástico;
  • 2 colheres de amido de milho;
  • 1 colher de óleo;
  • 1 colher de sopa;
  • 1 panela pequena;
  •  1 copo de vidro;
  • 1 colher de vinagre;
  • Água.

Procedimento

Prepare o mingau com o amido de milho e um copo de água. Misture bem e leve ao fogo até engrossar. Coloque o mingau ainda quente até a metade dos copinhos. Deixe o copo 1 aberto, em cima da pia do laboratório. Cubra o 2 com o filme plástico, vede-o, e deixe-o também sobre a pia. O 3 é completado com óleo e o 4, com vinagre. O 5 é colocado na geladeira, sem cobertura. Observe com a turma em qual mingau apareceram às primeiras alterações. Depois de uma semana, peça a todos para descrever a aparência de cada copo e fazer desenhos coloridos, seguindo o que viram nos copinhos.

Faça suas considerações

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Prática: CONSTATANDO A PRESENÇA DE MICRORGANISMOS

Material (para o meio de cultura)

  • 1 pacote de gelatina incolor;
  • 1 xícara de caldo de carne;
  • 1 copo de água.

Procedimento

Dissolver a gelatina incolor na água, conforme instruções do pacote. Misturar ao caldo de carne.

Material (para a experiência)

  • Duas placas de petri (ou duas tampas de margarina ou dois potinhos rasos);
  • Cotonetes;
  •  Filme plástico;
  • Etiquetas adesivas;
  • Caneta;

Procedimento

Os alunos passam o cotonete no chão ou entre os dentes, ou ainda entre os dedos dos pés (de preferência depois de eles ficarem por um bom tempo fechados dentro dos tênis!). Há ainda outras opções, como usar um dedo sujo ou uma nota de 1 real. O cotonete é esfregado levemente sobre o meio de cultura para contaminá-lo. Tampe as placas de petri ou envolva as tampas de margarina com filme plástico. Marque nas etiquetas adesivas que tipo de contaminação foi feita. Depois de três dias, observe as alterações.

Prática: FÓSSIL DE MENTIRA, DESCOBERTA DE VERDADE

Fósseis, você sabe o que são: vestígios de animais e plantas que viveram na Terra. Eles podem ser dentes, ossos, pegadas e até cocô de bichos, além de folhas ou caules de vegetais, entre muitas outras possibilidades. Desde pequeno, Charles Darwin demonstrou interesse por fósseis. Durante a viagem no Beagle, o naturalista inglês também teve a chance de coletá-los em diferentes partes do mundo. Aliado à observação de organismos vivos, isso auxiliou Darwin a formular a teoria de que os animais e as plantas do planeta se modificam ao longo do tempo, dando origem a novas espécies. Embora não seja possível ver as grandes mudanças da evolução acontecendo, pois elas ocorrem lentamente, é possível encontrar pistas de como ela se dá. Uma das pistas são os fósseis. Afinal, eles permitem a comparação entre os seres vivos do passado e os atuais. Então, o que você acha de aprender a fazer alguns vestígios desse tipo, só que de brincadeirinha, e desafiar seus amigos a realizar uma descoberta a partir deles?

Material

  • Jornal;
  •  Um pouco de cimento (para fazer dois fósseis, meio quilo é suficiente);
  • Água;
  • Luvas descartáveis;
  • Copos descartáveis (200 mililitros);
  • Um jardim;
  • Uma tesoura ou uma faca (sem ponta!).

Procedimento: Preparando o fóssil

Dividam-se em grupos. Cada grupo deve pegar com um professor uma amostra de folha, da qual será feita o fóssil. Mas, atenção: não mostre aos outros qual folha foi escolhida e nem conte a que espécie ela pertence! Forre o chão ou uma mesa com o jornal. Coloque as luvas para proteger as mãos. Encha um copo descartável com cimento até a metade. Vá acrescentando a água até a mistura virar uma massa molhada. Se sobrar um pouco de líquido na superfície, retire-o. Espere alguns minutos. A seguir, ponha a folha escolhida pelo seu grupo sobre a massa e, por fim, acrescente mais um pouco de cimento misturado com água, só para cobrir levemente a folha. Atenção: use bem pouco cimento e procure cobrir somente a folha. Se ficar uma falha, nos limites dela, não tem problema: é assim mesmo. Deixe secar por uma semana.

Procedimento: Hora da descoberta

Cada grupo deve retirar o seu fóssil de dentro do copo plástico, quebrando a leve camada de cimento que recobre a folha, usando a tesoura ou a faca (sem ponta, não esqueçam!). Depois, retire a folha que havia sido posta ali. Nesse momento, será possível ver a marca deixada por ela no cimento. Esta marca será considerada o fóssil do seu grupo. É hora, então, de trocá-lo com o outro grupo, que deverá seguir para o jardim e tentar identificar que planta deu origem a ele. Da mesma forma, o seu grupo precisa descobrir qual planta deu origem ao fóssil que recebeu dos outros participantes da brincadeira.
E, então, gostou desse jogo de descobertas? Pois saiba que o fóssil que você produziu, se não fosse de brincadeirinha, seria chamado de preservação por moldagem pelos paleontólogos. Quem sabe, no futuro, você se interesse em analisar fósseis de verdade?!

Faça seus comentários sobre as duas atividades com fósseis

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Prática: FAZENDO UM FÓSSIL

Os fósseis de verdade levam milhares de anos para se formar. Mas você pode usar gesso branco para fazer um fóssil em poucos minutos.

Material

  • Tabuleiro de bolo
  • Areia
  • Gesso
  • Água
  • Pote plástico para fazer a mistura
  • Régua pequena
  • Pincel macio de tamanho médio

Procedimento

Pegue a areia e despeje-a no tabuleiro. Se a areia estiver seca, umedeça-a, até ficar boa para a modelagem. Alise a areia com a régua até ficar bem plana (a areia deve ficar um centímetro mais baixa do que a borda da forma). Com o punho fechado, compacte toda a superfície da areia, socando bem. Alise-a novamente com a régua. Coloque a forma sobre um banquinho de cozinha. Ponha a mão lentamente sobre a areia, faça pressão para baixo. Depois retire a mão com cuidado. Verifique se o molde ficou legal. Se ficou, siga em frente. Se não ficou, comece tudo novamente.

Preparação do gesso

Despeje um litro de água no pote para a mistura. Em seguida despeje devagarinho ½ quilo de gesso e aguarde um minuto. Depois misture bem o gesso com a água, com a ajuda da colher de pau, como se fosse uma massa de bolo. Sem perder tempo – mas com calma – despeje a massa no tabuleiro a partir do canto da forma (bem devagar mesmo, de modo a não derrubar a areia nem fazer bolhas no gesso). Espere trinta minutos até o gesso endurecer e retire a figura moldada. Para tirar o excesso de areia, use o pincel.

Prática: MORFOLOGIA E COMPORTAMENTO DAS MINHOCAS

Objetivo

Observação da morfologia externa da minhoca e seu comportamento.

Material

  • Lupa
  • Placa de Petri 
  • Pinça
  • Sal
  • Minhocas vivas
  • Papel toalha

Procedimentos

Pegar duas minhocas, com o auxílio de uma pinça e colocar em duas placas de Petri.

Utilizar lupa de mão para observar a morfologia externa da minhoca, principalmente, o aspecto da pele do animal.

Fazer um desenho esquemático indicando as estruturas observadas.

Pegar papel toalha e secar a minhoca delicadamente.

Forrar o fundo da placa de Petri com papel toalha e colocar uma fina camada de sal sobre o mesmo e acondicionar o animal nesse recipiente.

Manter a segunda minhoca na outra placa de Petri, levemente umedecida.

Observar e registrar as reações dos animais.

Questões

1) O que aconteceu com a minhoca que estava na placa de Petri umedecida?


2) O que ocorreu com a minhoca que estava com a pele seca e em contato com o papel toalha, após alguns minutos?


3) Qual o aspecto da pele da minhoca?

Prática: MORFOLOGIA EXTERNA DA FOLHA

Introdução

Importância das folhas: Purificação do ar, uso alimentar, medicinal, industrial... Funções para as plantas: fotossíntese, respiração, transpiração, condução e distribuição da seiva (nervuras) Partes da folha: A folha é composta de três partes principais: limbo, pecíolo e bainha. 1) Limbo: O limbo é a região mais larga da folha. Nele encontram-se os estômatos e as nervuras, que contêm pequenos vasos por onde correm a seiva bruta e a seiva elaborada. 2) Pecíolo: É a haste que sustenta a folha prendendo-a ao caule. 3) Bainha: Dilatação do pecíolo, a bainha serve para prender a folha ao caule.

Objetivo

Identificar e classificar o órgão folha.

Material Vegetal Utilizado

·         Folhas da diferentes espécies 

Procedimento

Desenhar as folhas de algumas plantas, indicando se a folha é simples ou composta e classificando conforme sua filotaxia.

Questionário

1)      Relacione os principais tecidos que compõem o órgão folha com suas respectivas funções.

2)      Explique a diferença entre folhas caducas ou decíduas e entre folhas perenifólias ou persistentes?

Prática: COMPOSIÇÃO DO SISTEMA SOLAR

O sistema solar é um conjunto de planetas, asteroides e cometas que giram ao redor do sol. Cada um se Mantém em sua respectiva órbita, em virtude da intensa força gravitacional exercida pelo sol, estrela que possui massa muito maior que a de qualquer outro planeta.

OBJETIVO

Descobrir o que há no sistema solar.

MATERIAIS

  • Lápis;
  • Borracha;
  • Folha levada pelo professor.

PROCEDIMENTO

Resolva ao Quebra Cuca



Prática: REPRESENTANDO CONSTELAÇÕES

Astronomia e Astrologia nasceram e se desenvolveram juntas, e contra a vontade de muitos radicais continuam juntas se complementando em um lindo namoro. A Astrologia é a arte e ciência do estudo dos astros em relação a vida na Terra, enquanto que a Astronomia é a "ciência que estuda e descreve as qualidades físicas, movimentos e ciclos dos astros e as leis físicas validas entre eles. A Astronomia moderna oferece informações preciosíssimas sobre as características físicas, movimentos e ciclos do Sol, Lua e planetas num grau de detalhe que chega a satisfazer ao espírito mais curioso. O conhecimento do Sol, Lua, planetas e estrelas que oferece a Astronomia Moderna ajudam em muito a compreensão dos significados astrológicos dos planetas e seus ciclos. O avanço nos cálculos e métodos de observação permite conhecer o posicionamento dos planetas em diversos sistemas de referência (zodíacos) o que permite uma pesquisa detalhada e diversificada da relação dos planetas e seus ciclos com a vida na Terra.

MATERIAIS            

  • Mapas das constelações;
  • Tabelas constando dados necessários para montagem dos móbiles;
  • Papel cartão (azul);
  • Papel sulfite: azul, branco, amarelo, laranja e vermelho, para confecção das estrelas;
  • Papel milimetrado;
  • Linha de costura;
  • Agulha de costura;
  • Fita crepe ou adesiva;
  • Régua;
  • Lápis.

MONTAGEM

Pesquisa na internet sobre as principais constelações, ex: Órion, Cruzeiro do Sul, do Zodíaco, etc.
Dividir a classe em grupos e cada grupo será responsável pela confecção de uma constelação, elaborando o gráfico do sistema de coordenadas e posteriormente calculando a distância de cada estrela em relação a Terra. Lembrando que cada estrela deverá ser representada de acordo com o seu tipo espectral.

SITUAÇÃO-PROBLEMA

As estrelas que constituem uma dada constelação estão à mesma distância em relação ao planeta Terra? Por que algumas aparentam maiores e outros menores?

HIPÓTESES

As estrelas mais brilhantes estão mais próximas do nosso planeta, enquanto as menos brilhantes estão mais distantes. As estrelas apresentam apenas uma cor e todas possuem a mesma temperatura.

INSTRUMENTOS PARA TESTAR AS HIPÓTESES

Pesquisar em sites da internet sobre as estrelas que compõem a constelação do seu grupo e comparar a cor com a temperatura.

Prática: EFEITOS DA PRESSÃO ATMOSFÉRICA

OBJETIVO

Ilustrar os efeitos da pressão atmosférica

MATERIAL

  • Copo de vidro de paredes grossas;
  •  Cartão ou folha de papelão;
  • Vareta de madeira fina e longa;
  • Folhas de jornal;
  • Lata de refrigerante vazia, dessas de paredes bem finas;
  • Pinça grande de laboratório. Peça uma emprestada;
  • Aquecedor ou pequeno fogareiro, ou um bico de Bunsen.

DESCRIÇÃO

Existem muitas formas de mostrar os efeitos da pressão atmosférica. Como você sabe, a pressão atmosférica pode ser considerada como razoavelmente intensa, mas não sentimos seu efeito sobre nosso corpo por haver equilíbrio entre ela e a pressão de nossos fluidos internos.
Veja, a seguir, três experiências que exibem os efeitos da pressão atmosférica de forma dramática.

EXPERIÊNCIA 1) 

A pressão atmosférica segura um cartão colocado sobre um copo com água. Ponha o cartão sobre um copo cheio de água, deixe-o molhar e inverta o copo rapidamente. Em princípio, a água não deve derramar imediatamente, pois a pressão atmosférica segura o cartão.

EXPERIÊNCIA 2) 

Coloque uma vareta longa de madeira não muito dura sob uma folha de jornal aberta sobre uma mesa (veja a figura). Dê um golpe seco e rápido sobre a ponta da vareta com um objeto sólido. A vareta deve quebrar sem que o jornal se levante significativamente. A pressão atmosférica sobre o jornal impede que a ponta da vareta abaixo dele se levante.

EXPERIÊNCIA 3) 

Ponha um pouquinho de água em uma lata vazia de refrigerante e aqueça até ferver a água. Segure a lata com uma pinça apropriada, com cuidado para não se queimar nem queimar seus espectadores. Quando a água estiver fervendo (o vapor de água deve estar saindo bastante pelo furo) derrame o resto de água fervente e coloque a lata com o furo para baixo sob uma torneira de água fria. A lata deve implodir instantaneamente.

ANÁLISE

Para sentir ou evidenciar os efeitos da pressão atmosférica é necessário fazer com que ela atue sobre algo que esteja a uma pressão mais baixa. Nas três experiências descritas acima se cria, durante um curto tempo, uma região de vácuo parcial. Na experiência com o jornal, por exemplo, o movimento brusco da vareta cria um vácuo sob o jornal, por um breve instante. A pressão atmosférica sobre a parte de cima do jornal, durante esse breve tempo, faz uma força para baixo que segura o jornal sobre a mesa. Rapidamente, o ar ocupa o espaço sob o jornal equilibrando as forças, mas aí já é tarde: a vareta já se partiu com a pancada.
Por que a lata de refrigerante implode?
Ao ser colocado em contato com a água fria o vapor na lata transfere calor para a água de fora através do metal da lata. Quando esse vapor esfria a pressão na lata cai subitamente para um valor abaixo da pressão atmosférica, a lata não suporta e implode.

Prática: MOVIMENTO APARENTE DO SOL

RESUMO

Aprendemos que o Sol é o centro do sistema solar e que os planetas giram ao seu redor, numa órbita elíptica. Mas aparentemente não é o que observamos aqui da Terra. Vemos que o Sol executa um movimento diário ao redor da Terra, mas na realidade, esse movimento é explicado pela rotação da Terra em torno do seu eixo geográfico. Além disso, observamos que o Sol passa pelo meridiano local, mais próximo do zênite no verão (ou mais alto) e mais afastado deste (mais ao Norte, ou mais baixo) no inverno e pelo fato da declinação do Sol variar ao longo do ano, seu movimento diurno aparente tem trajetórias diferentes ao longo do ano.

TERMOS CIENTÍFICOS

Rotação da Terra, Movimento de translação da Terra, Declinação do Sol, Zenite e os Pontos Cardeais.

NOÇÕES CIENTÍFICAS

Durante o dia, temos a impressão de que o Sol nasce de um lado, chamado de nascente ou oriente, move-se pela esfera celeste e, finalmente, se põe do outro lado, chamado poente ou ocidente. Um observador na Terra não percebe o movimento da Terra ao redor do Sol. Aparentemente, ele vê o Sol girando ao redor da Terra. O caminho do Sol no céu se chama trajetória aparente do Sol. As estações do ano correspondem a uma translação paralela desta trajetória. Durante cada estação, o ângulo da altura do sol com o horizonte muda por 23,5°.

MATERIAIS

  • Um quadrado de madeira com lado de aproximadamente 25 cm;
  • Corte 03 pedaços de arame com comprimentos de 50 cm, 46 cm e 42 cm;
  • Uma esfera de isopor de cerca de 2,5 cm de diâmetro.

MONTAGEM

Representaremos o horizonte do observador por um quadrado de madeira com lado de aproximadamente 25 cm. Tracemos sobre este disco as direções dos 4 pontos cardeais (Leste, Oeste, Norte, Sul). Corte 3 pedaços de arame com comprimentos de 50 cm, 46 cm e 42 cm. Curvemos o arame de 46 cm de comprimento para formar um semicírculo. Este arame representará a trajetória aparente do Sol nos equinócios do outono e da primavera. Para representar o Sol, fixamos uma esfera de isopor de cerca de 2,5 cm de diâmetro, sobre o centro, por exemplo, do arame. Fixemos as pontas deste arame no ponto Leste e Oeste. Mas como não estamos sobre o equador terrestre e sim a cerca de 23o graus ao Sul do equador, inclinemos o plano do arame deste mesmo ângulo (em relação ao zênite) na direção Norte. Faça o mesmo com o arame de 42 cm, mas fixe-o mais ao Norte do arame de 46cm , e idem com o arame de 50 cm mas fixe-o mais ao Sul do arame de 46 cm, de forma que seus planos fiquem paralelos entre si. Observe que o Sol nunca vai passar sobre o Zênite. Pode-se explorar o experimento para localidades de outras latitudes, como por exemplo: segurando o arame de 46 cm (retire os outros) pelas suas extremidade (fazendo com que elas coincidam com os pontos leste e oeste), de tal forma que ele fique perpendicular ao plano do horizonte, teremos o movimento aparente do Sol visto por um observador situado na região equatorial (região próxima ao equador da Terra), durante os equinócios. Para outras regiões (outras latitudes) do hemisfério sul, por exemplo, basta inclinarmos o arame e, portanto, o plano que o contém de um ângulo igual ao da latitude do local. Para quem está no hemisfério sul esta inclinação deve ser contada da vertical do quadrado em direção ao Norte. Por exemplo, a latitude da cidade de Pato Branco (PR) é de -26,2º, logo, o plano da trajetória aparente do Sol deve ser inclinado 26,2º a partir da vertical do quadrado na direção do Norte. Devemos levar em consideração ainda, que o plano da trajetória do Sol se desloca mais para o Norte durante nosso inverno e mais para o Sul, durante nosso verão, então, além de inclinarmos o arame, conforme a latitude do lugar devemos, também deslocar o arame mais para o Norte (no nosso inverno) e mais para o Sul (no nosso verão).

SITUAÇÃO-PROBLEMA

Verificar que o Sol está no centro do sistema Solar e que a Terra possui o movimento de rotação (no próprio eixo) e translação (ao redor do Sol) e que o Sol aparentemente se move, mas, na realidade a Terra é se move.

HIPÓTESES

O Sol pode estar se movendo de fato?
Qual evidencia nos levam a crer que o Sol está em movimento e não A Terra?

Prática: MOVIMENTO DE ROTAÇÃO

A ideia de que o nosso planeta está em movimento é muito interessante. Neste exato momento, a Terra está realizando movimentos assim como nós, também.
Mas por que não percebemos esses movimentos?
Como nos movimentamos junto com o nosso planeta, não percebemos os movimentos que a Terra realiza.

OBJETIVO

Mostrar como é o movimento de rotação da terra.

MATERIAIS

  • Um globo terrestre;
  • Uma lanterna.

PROCEDIMENTOS

 Caso seja possível, apague a luz e escureça totalmente o ambiente, para que fique sem luminosidade. Após isso gire o globo terrestre e acenda a lanterna. O globo terrestre está representando o planeta Terra e a lanterna, o Sol. Podemos observar que a região iluminada representa o dia e a região não iluminada representa a noite.

DISCUSSÃO

A lanterna acesa consegue iluminar todos os lados do globo?
Enquanto o lado do globo, que está voltado para a lanterna acesa está iluminado, o que ocorre com o outro lado do globo?
Em qual dos dois lados o dia está sendo representado?

Prática: SERÁ QUE O AR OCUPA ESPAÇO?

Como reconhecer o papel dos vegetais na manutenção da vida no planeta; Compreender a relação entre os processos de fotossíntese e respiração percebendo a independência dos vegetais por realizarem esses dois processos.
Como ocorre a respiração em meio fechado?
É possível que sobreviva?

OBJETIVO

Noções sobre as organelas mitocôndria e cloroplasto e os processos de respiração e fotossíntese

MATERIAIS

  • Vidro com tampa do tamanho desejado ou lâmpada;
  • Terra vegetal, areia, pedras e carvão;
  • Alpiste ou painço;
  • Pequenas plantas;
  • Rolha;
  • Vareta de madeira.

PROCEDIMENTOS

A montagem do Ecossistema Experimental é simples: oriente os alunos a colocarem um pouco de areia no fundo do frasco e depois cobrir com terra e carvão (mais ou menos o dobro da quantidade de areia). Em seguida é colocada a muda com as plantas, utilizando as varetas para enterrar sua raiz, e plante a sementes. Finalmente devem acrescentar um pouco de água (bem pouco mesmo, a não ser que a terra esteja muito seca), tampar o frasco, vedá-lo com a rolha ou tampa e identificá-lo com seu nome e data.
Após a montagem do experimento, oriente para que mantenham o frasco em casa, em local que não receba luz direta do sol, mas que tenha suficiente luminosidade.

DISCUSSÃO

a) A planta vai sobreviver no frasco fechado?
b) A água vai acabar?
c) Como a planta respira?
d) O que ocorre se ficar na luz direta do Sol?

Prática: O AR EXERCE PRESSÃO?

O ar está presente em todo lugar sobre a superfície da Terra. Ele ocupa praticamente todo o espaço próximo e ao redor da terra que não esteja preenchido por líquido, sólido ou outros gases. Devemos entender as propriedades dessa substância que não podemos ver, mas que é vital para nossa sobrevivência; sabemos e podemos facilmente demonstrar que o ar pode ser sentido, ocupa espaço, tem peso, exerce pressão e pode se expandir. Entender esses fatos sobre o ar tornará mais fácil estudar o clima, o crescimento das plantas e da aerodinâmica.

OBJETIVO

Mostrar que o ar exerce uma pressão própria.

MATERIAIS

  • Copo,
  • Água,
  • Papel cartão cortado em cubo.

PROCEDIMENTO

Encha um frasco ou um copo de vidro com água. Coloque um cartão por sobre a boca (o cartão deve ser fino e apenas um pouco maior do que a boca do recipiente). Mantenha o cartão pressionado firmemente contra a boca, vire o recipiente de cabeça para baixo. Solte o cartão. Ele não cai mesmo que o peso da água pressione o cartão para baixo. A pressão do ar, que é de cerca de 1 kg por cm2, é maior do que a pressão exercida pelo peso da água. O ar exerce forças de pressão em todas as direções. Recomenda-se fazer este experimento sobre uma pia ou uma bacia para o caso de ocorrer um acidente e a água cair.

DISCUSSÃO

O que acontece quando se pressiona o cartão na boca do copo?
Por que isto aconteceu?
O que você achou da Prática?

Prática: FORMAÇÃO DO UNIVERSO


O universo é formado por todos os astros, corpos celestes (asteroides, cometas e outros) e pelo espaço que existe entre esses corpos. No universo, existem astros que não possuem luz própria e por isso são chamados de astros iluminados. Entre esses astros estão os planetas. No nosso sistema, os planetas giram em torno de uma estrela, que é o Sol.

OBJETIVO

Aprender e fixar a formação do universo

MATERIAIS

  • Lápis,
  • Borracha,
  • Folha de papel,
  • Lápis de cor.

PROCEDIMENTOS

Pegue a folha de papel e desenhe nela a formação do universo ilustrando os planetas com suas individualidades e características, e após desenhar; colorir com as cores originais.

DISCUSSÃO

Quantos planetas formam o universo?
Qual é o maior planeta?
Quais são os planetas vizinhos da terra?
O que achou da prática?

Prática: ORIGEM DO UNIVERSO

Compreender a origem do universo, fato este que propiciou que existíssemos, intriga a humanidade desde os tempos mais remotos e, por tal motivo, temos um grande acervo de lendas, alegorias, documentos religiosos e publicações científicas que buscam trazer para nós essas respostas. Na atualidade, temos a teoria do Big Bang como a versão mais bem aceita no que se refere à origem do universo e do Sistema Solar – valendo lembrar que teoria, na ciência, diz respeito a hipóteses, criteriosamente e por diversas vezes estudadas e testadas, dando a elas, dessa forma, grande credibilidade.
Por fazer parte de um conjunto de ideias e conceitos muito abstratos, trabalhar esse tema em uma aula expositiva pode, muitas vezes, não dar bons resultados. Assim, esse texto propõe estratégias para desenvolver esse conteúdo de forma mais dinâmica. Em virtude da confusão que sempre existe entre o conceito popular e científico de teoria, esse também será um momento para se introduzir o método hipotético-dedutivo como tema, ou aprofundá-lo, caso já tenha sido estudado.

MATERIAIS

Duas bexigas de festa, de tamanho grande; bombinha de bicicleta ou de colchão inflável; bolinhas de papel ou de qualquer outro material, de tamanhos variados; canetinhas.

EXPERIMENTO 1

1-   Coloque as bolinhas dentro da bexiga;
2- Encaixe a bombinha na bexiga;
3- Infle a bexiga até que a mesma estoure. Anote o que aconteceu

EXPERIMENTO 2

1-      Desenhe na bexiga, com canetinha, diversos círculos, de tamanhos e distâncias variados.
2-      Encaixe a bexiga na bombinha.
3-      Infle, gradativamente, a bexiga.

OBJETIVO DA ATIVIDADE

Construir um modelo do Sistema Solar atendendo aos diâmetros dos astros e à distância relativa dos planetas ao Sol. Perceber as limitações do modelo construído.

MATERIAL NECESSÁRIO

  •  Bolas de isopor de tamanhos variados, já pintadas com as cores das plantas;
  • Retângulo de isopor;
  • Fita métrica; - arame fino;
  • Lanterna
(Sol= amarelo; Terra (5,5) = marrom; Mercúrio cinza (3,0); Vênus = azul (4,0); Marte = Vermelho (6,5); Júpiter = Laranja (10); Saturno = Bege (25); Urano = Azul (30); Netuno = Verde-mar (50); Plutão = branco (70)

PROCEDIMENTO

Montar os planetas na ordem correta respeitando as distâncias e as cores. Descrever os resultados
Com o auxílio de uma lanterna grande, ou de um data show substituir o sol por uma dessas luzes.

PERGUNTAS

O quê fala a teoria do Big Bang?
Qual a importância do sol para os planetas?
Por que o planeta Terra é privilegiado com relação aos demais?